Bolsonaro neutro

Ao sair de uma entrevista na rádio Jovem Pan em São Paulo, ao ser questionado sobre quem apoiaria no segundo turno em Santa catarina, Jair Bolsonaro respondeu : “temos lá um candidato o Comandante que foi pro segundo turno mas respeitosamente Santa Catarina foi o estado com a maior votação e se eu assumir um lado eu vou ter problema do outro vai cair minha votação a votação mais importante pra mim é a do presidente”.

Calma muita calma….

“Muita calma nesta hora “, já dizia a frase famosa. Faltam apenas 3 dias para as eleições. As brigas em grupos de famílias e amigos no WhatsApp já são resultados certos na eleição de 2018 no Brasil.                                                                                       Quanto mais perto da votação, mais gente fala sobre os barracos nesses grupos e sobre sair deles. Controlar a impulsividade no uso das mídias sociais é uma das soluções.                                                                                                                      Como as conversas no WhatsApp são privadas, é difícil medir a discórdia entre amigos e familiares. Mas a tendencia  dá um sinal de aumento de brigas e ainda de um  êxodo dos grupos no meio de tanto barraco. Alguns conselhos :

  1. Não se consumir no celular – “Antes de tudo, é preciso aprender uma medida de uso dessas mídias. Nós estamos encantados com elas e usamos muito mais do que seria proveitoso. É preciso pensar no quanto usar de energia e tempo com elas.”
  2. Insistir na tolerância – “O fato de sair do grupo não vai fazer você amadurecer. Você amadurece é na conversa. Às vezes dá um embrulho no estômago de pensar nisso, mas é preciso. Se possível, deve-se sustentar mais na discussão, sem sair no primeiro conflito.”
  3. Agressão é o limite – “Se você mesmo acha que a melhor resposta é atacar pessoalmente o outro, é melhor sair do que agredir e xingar. Este limite tem que existir.”
  4. Entender laços de família – “Em família há outros assuntos velados. A política é usada para mapear questões anteriores, de vínculos profundos. Remete aos ‘barracos’ de Natal. É mais passional e primitivo. É preciso ter consciência que o estrago de uma briga é maior, mas também o motivo para recompor a relação depois.”
  5. Pensar no dia seguinte – “É preciso lembrar que vamos conviver depois das eleições. Quando passa a paixão, alguns vínculos são recuperados. Não dá para queimar todas as pontes, porque para reconstruir pode ser complicado. Comece se perguntando em como você pode estar sendo intolerante.”

Candidato é multado

O candidato ao Senado Jorginho Mello (PR) e a coligação dele, a “Santa Catarina quer mais”, foram multados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) em R$ 100 mil pela veiculação de uma propaganda contra o também candidato a senador Raimundo Colombo (PSD). Ainda cabe recurso da decisão. 

A condenação ocorreu após o descumprimento de uma decisão do tribunal, que aceitou pedido da coligação de Colombo para que fossem retiradas da programação as inserções de Jorginho com críticas ao pessedista. A peça de 30 segundos resgata a propaganda eleitoral de Colombo quando candidato ao governo em 2010, em que dizia que a saúde deveria ser prioridade número um, dois e três, e a contrapõe notícias sobre problemas na área.

O vídeo foi retirado não pela crítica, mas por falta de menção de autoria. A multa estipulada em caso de nova exibição era de R$ 50 mil, e a inserção foi veiculada

mais duas vezes depois dessa proibição.

A assessoria do candidato Jorginho informou que será feito recurso contra a decisão, “uma vez que a multa foi em razão de não termos retirado do ar a propaganda, sendo que, em todas as eleições anteriores, o Tribunal intimava a própria emissora para cessar a propaganda irregular, meio disponível de acordo com o art. 9º da Resolução n. 23.547/2017. Até mesmo porque as coligações e candidatos não detêm os meios técnicos capazes de cessar imediatamente a veiculação de propagandas, sendo tal controle exclusivo das emissoras”.

Em relação ao valor da multa, a assessoria disse que é completamente desproporcional e não encontra amparo na legislação, e por isso haverá pedido pela redução no mesmo recurso, caso a condenação seja mantida.

Troca de delegados (situação x oposição)

Mudanças em comandos de delegacias regionais fervem os bastidores na Polícia Civil, nas últimas semanas, em Santa Catarina. Houve trocas em Blumenau e em Itajaí.

As medidas foram tomadas pelo governo do Estado a cerca de mês das eleições, o que levantou reflexões internas entre policiais civis sobre a força política na polícia.

Em Blumenau, deixou a regional após 11 anos o delegado Rodrigo Marchetti. Em seu lugar assumiu Egídio Ferrari. O alto desempenho de Egídio em casos policiais nos últimos anos minimizou as críticas.

Em Itajaí, saiu o delegado Ângelo Fragelli. Em seu lugar na delegacia regional entrou o delegado Márcio Colatto, irmão do deputado federal Valdir Colatto (MDB).No governo de Luiz Henrique da Silveira (MDB), Márcio Colatto foi diretor do Litoral.

Uma terceira mudança está prevista para acontecer na delegacia regional de São Joaquim.

Leia mais notícias e análises de Diogo Vargas​ (Diário Catarinense).

Li gostei e repasso.

Post do Blog do colega jornalista Edson Varela. Li gostei e repasso :                                                                                                                                                                                                  Administração Ceron e Polese tem desgastes. Isso é inconteste. É um pouco lenta aqui, comunica-se mal ali e não corrige erros que embora, não sendo dos atuais gestores, pertencem àqueles que estiverem no Paço. Não é, portanto, uma administração que fuja da curva em relação a ações positivas e a falta delas, evidenciadas no noticiário negativo paroquiano. Entretanto, Ceron e seus comandados enfrentam outra realidade com a qual não se contava em gestões passadas: a oposição ferrenha daqueles que discordam do estilo do Gringo.

A oposição na Câmara, como já se via nos tempos de Elizeu, não existe. Jair Júnior, que é do PSD e se constitui no mais atento no combate, não faz oposição, ele marca posição. Maurício Batalha se elegeu pela oposição, mas não tem postura combativa que se espera de alguém eleito que está do outro lado do balcão. A máxima vale também para Bruno Hartmann, de um PSDB derrotado no pleito e também para a bancada do MDB que é de uma delicadeza enorme com o Paço.

E…

Por causa dessa oposição nutela, aqueles que estiveram grudados na gestão anterior, dando as caras ou no anonimato, têm direcionado a artilharia contra Ceron. É o eterno velório dos viúvos políticos insatisfeitos com a voz das urnas. Para tornar a situação mais provocativa aos desgarrados do Paço, Ceron resolveu fazer algo simples, mas difícil como prefeito: cumprir a lei. Pôs fim à era do jeitinho. Isso causa, naturalmente, desgaste, reclames e contestações.

A OPÇÃO DO GRINGO

Ao escalar um paredão na Procuradoria, comandada pelo não menos rígido Agnelo Miranda, tendo a atenção de outro competente, Airton Webber Xavier na Auditoria & Controle, além de um rigoroso Reno Camargo na Licitação e um ‘dispensa comentários’ na área técnica de Finanças e Administração, chamado Arruda, Ceron se cercou da segurança para concluir o mandato sem levar grandes lanhadas jurídicas de herança (uma ou outra é inevitável).

ASSIM

O Gringo se acautelou e acabou virando prato cheio aos inconformados. Desgasta, mas é melhor sofrer o ataque dos desmamados do pago do que comprometer patrimônio próprio – e Ceron tem isso – para pagar os pecados de gestão depois que deixar o Paço.