Calma muita calma….

“Muita calma nesta hora “, já dizia a frase famosa. Faltam apenas 3 dias para as eleições. As brigas em grupos de famílias e amigos no WhatsApp já são resultados certos na eleição de 2018 no Brasil.                                                                                       Quanto mais perto da votação, mais gente fala sobre os barracos nesses grupos e sobre sair deles. Controlar a impulsividade no uso das mídias sociais é uma das soluções.                                                                                                                      Como as conversas no WhatsApp são privadas, é difícil medir a discórdia entre amigos e familiares. Mas a tendencia  dá um sinal de aumento de brigas e ainda de um  êxodo dos grupos no meio de tanto barraco. Alguns conselhos :

  1. Não se consumir no celular – “Antes de tudo, é preciso aprender uma medida de uso dessas mídias. Nós estamos encantados com elas e usamos muito mais do que seria proveitoso. É preciso pensar no quanto usar de energia e tempo com elas.”
  2. Insistir na tolerância – “O fato de sair do grupo não vai fazer você amadurecer. Você amadurece é na conversa. Às vezes dá um embrulho no estômago de pensar nisso, mas é preciso. Se possível, deve-se sustentar mais na discussão, sem sair no primeiro conflito.”
  3. Agressão é o limite – “Se você mesmo acha que a melhor resposta é atacar pessoalmente o outro, é melhor sair do que agredir e xingar. Este limite tem que existir.”
  4. Entender laços de família – “Em família há outros assuntos velados. A política é usada para mapear questões anteriores, de vínculos profundos. Remete aos ‘barracos’ de Natal. É mais passional e primitivo. É preciso ter consciência que o estrago de uma briga é maior, mas também o motivo para recompor a relação depois.”
  5. Pensar no dia seguinte – “É preciso lembrar que vamos conviver depois das eleições. Quando passa a paixão, alguns vínculos são recuperados. Não dá para queimar todas as pontes, porque para reconstruir pode ser complicado. Comece se perguntando em como você pode estar sendo intolerante.”

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