Ação da PRF repercute nas redes sociais.

Repercute intensamente negativamente nas redes sociais a ação da Polícia Rodoviária Federal contra caminhoneiros manifestantes na tarde de terça-feira, na BR-282 em Xanxerê. De acordo com a assessoria de imprensa da PRF-SC, todas as ações foram coordenadas pelo superintendente da polícia, Silvinei Vasquez, e que a tropa de choque da PRF só utilizou a força porque alguns manifestantes teriam jogado pedras contra os agentes.                                                                                                            o advogado Avelino Bortolon Jr, 39, fala sobre como chegou a ser detido por agentes e reclama do que ele chama de abuso de autoridade contra os caminhoneiros, que protestam há uma semana, principalmente por causa do aumento do combustível.    Nas redes sociais, facebook e watsapp, a ação dos policiais e duramente criticada.

Advogado preso (Foto DC)

Advogado preso (Foto DC)

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Sobre admin

Paulo Marques é formado em Administração de Empresas pela FAE/PR e em Direito pela UNIPLAC. No jornalismo, atua desde os anos 90, com passagens pelas rádios Clube, UDESC FM e 101 FM. Na televisão, passou pelas tvs SCC, Tele Câmara, TV Univest e Nova Era TV. Escreveu para vários jornais de Lages e de Curitiba/PR.

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  1. Apoio o direito de manifestação, de qualquer um, em qualquer situação; mas como cidadão entendo que estou sendo prejudicado em direitos constitucionais. Não podendo ir aonde quero ou vir (= barreiras); corro risco de morte (= em vinda de ônibus, a noite, uma barreira abandonada na estrada obrigou o motorista a uma ação reflexa para desviar, quase provocando acidente grave. Acidente que ocorreu com carros de passeio que foram surpreendidos na mesma situação); Corro risco de lesão corporal (= pegando estrada lateral para evitar a barreira dos caminhoneiros >>>houve perseguição, ameaça). Enfim, isso é uma associação para crimes, onde os direitos constitucionais mais importantes estão sendo violados por motivos privados de alguns. Ou seja, violência generalizada contra a sociedade. Além disso, a falta de alimentos nos mercados nos leva à questão: estamos dependentes de prestadores de serviço que usam essa dependência para chantagear a sociedade e assim, almejam, resultados políticos segundo seu “entendimento” de justiça. Devemos discutir sobre o transporte de carga – primeiro por cabotagem, depois por meio fluvial, trens e por último caminhão. Isso será mais barato, evitara parte dos acidentes rodoviários (motoristas cansados, drogados, ou caminhões com problemas mecânicos etc) e o estrago que o transporte de carga pesada faz com as rodovias/estradas.

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