Por pressão de verador infantil pode mudar

Tudo corria as mil maravilhas. Prefeitura fazia sua parte remunerando os médicos e materiais, e o Hospital Infantil como sempre realizava um belo trabalho. Acontece que por pressão do vereador Jair Jr (PSD), que exteriorizou a reclamação de um paciente, o caso ganhou espaço na mídia e redes sociais. Descontente com a repercussão a direção do Hospital Infantil resolveu então colocar em prática o que determina um TAC de 2016, assinado pelo então prefeito Toni Duarte, que estabelecia que ” no prazo de 365 dias, realizar a prestação dos serviços médicos pediátricos ambulatoriais em espaços de sua propriedade que não se confundam com espaços hospitalares de terceiros”. O jornalista Edson Varela, em seu blog explana a situação.

Vereadores Jair Júnior e Lucas Neves têm insistido contra a mudança do atendimento infantil do Seara do Bem para a nova UPA. Quer-se acreditar que se posicionem assim por experiência de gestão e legislação, levando ambos inclusive a pressionar com abaixo-assinado.

É QUE…

Não mudou o ordenamento permitindo o jeitinho para atender o pedido de não mudança, ao invés daquilo que está no papel, como determinante legal: O atendimento deve ocorrer com médicos concursados pelo município na UPA, onde o Ministério da Saúde ajuda a bancar o custeio e não no Seara do Bem.

BUSCA DE MEIO TERMO

Num gesto de que não é birra ou indiferença ao pedido de permanência do atendimento no Seara do Bem, prefeito Ceron conseguiu agenda na tarde desta segunda-feira, 11, com representantes do Ministério Público. Vai levar a questão, sobre a possibilidade de não se proceder à mudança. Ceron não tem autonomia para essa decisão, visto que a mudança colocando o atendimento infantil na UPA foi um acordo assinado ainda nos tempos em que o prefeito era Toni Duarte.Ou seja, o verador agora aproveitando da situação muda de lado, a e acusa a prefeitura de ser a responsável pela mudança. É muita irresponsabilidade.

Sob nova direção

Prefeito Antonio Ceron recebeu o grupo de médicos que fazem parte da nova administração do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. Liderados pelo médico Alceu Fernandes Filho, que também é o pesidente da Unimed, o grupo que tem 41 associados garantiu que a população pode ficar tranquila, pois a intenção é uma gradual melhoria nos serviços que já são oferecidos para a comunidade lageana.

HMTR só na eleição

Audiência pública na Câmara de Vereadores para tentar abrir a nova ala do Hospital Tereza Ramos, não foi o esperado. Com a falta de leitos na região, a esperança era que o Secretário Estadual da Saúde, Helton Zeferino, anunciasse abertura para este ano ainda. Mas segundo o Secretário da Casa Civil, primeiro será feita uma auditoria. Segundo os secretários se tudo correr bem , no final de 2020 existe a possibilidade da inauguração. Como em outubro de 2020 tem eleição e o governador já escolheu seu candidato, o vereador que marcou a audiência, deveremos ter a obra inaugurada poucos dias antes da eleição do próximo ano.

Sem leitos

Impressionante a falta de leitos de UTI em Lages. Com uma população de quase 300 mil habitantes na região serrana, atentidos pelos hospitais de Lages, é inconcebível termos sómente algo em torno de 20 leitos de UTI disponíveis. Enquanto isto a nova ala do HGMTR continua fechada.

Sem UTI

Considerações sobre a CPI

Fui tomado por uma grande raiva. Porque a realidade não é aquilo que os vereadores escreveram. Maurício (Batalha), por exemplo, bem ou mal já trabalhou na Saúde. Ele sabe, ou deveria saber, que vivemos focados 100% e não estamos infalíveis ao erro. Lucas era outro de quem não esperava a raivinha para se promover e tentar virar prefeito. Pense no risco de uma Lages ser administrada por esse tipo de gente. E o Jair é caso perdido”.                                                     Texto acima foi publicado no blog de Edson Varela, segundo manifesto de uma pessoa ligada à saúde de Lages. Li, reli, gostei e repasso.

Autismo

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A deputada federal Carmen Zanotto  ( Cidadania) está comemorando a sanção pelo presidente Bolsonaro, da lei de autoria da deputada que inclui autistas nos censos demográficos. A inclusão inédita de dados oficiais de autistas vai fortalecer políticas públicas na saúde, assistência social e educação. A estimativa é que dois milhões de pessoas tenham o Transtorno do Espectro Autista no Brasil . A lei valerá para o Censo 2020.

Carmen e Amin em Brasília