Do ufanismo dos números.

Sempre fui contra medir o sucesso da Festa do Pinhão em número de acessos, sempre. Não se mede o sucesso de um evento pelos números principalmente quando quem está bancando é o  Poder Público, que em tese não visa o lucro. Neste caso se mede o sucesso pela satisfação dos frequentadores.

O preço do ingresso está barato ? O estacionamento não é caro ? Não faltam ônibus nos finais dos shows ? A comida não está cara ? Os shows são bons ? Alguns destes fatores é que deveriam ser medidos e observados. Digo isto porque até o show do SPC na terça feira, os números divulgados com ufanismo eram o ponto alto da festa. Para os que acham que a festa é estatística, tivemos na terça feira, o pior público dos últimos anos em um dia. Na terça feira do ano passado, sem atração nacional, o público foi de 7.435 pessoas, neste ano 4.830, sem levar em conta que os servidores municipais receberam ingresso para este dia.

Vamos medir o sucesso da festa pelo público deste dia ? Claro que não, mas também não podemos ser ufanistas de medir o sucesso da festa deste ano pelo público infantil do Patati Patatá. A festa só está no meio. Calma gente, calma. Até agora os pontos positivos superam os negativos. Mas vamos com calma.
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Sobre admin

Paulo Marques é formado em Administração de Empresas pela FAE/PR e em Direito pela UNIPLAC. No jornalismo, atua desde os anos 90, com passagens pelas rádios Clube, UDESC FM e 101 FM. Na televisão, passou pelas tvs SCC, Tele Câmara, TV Univest e Nova Era TV. Escreveu para vários jornais de Lages e de Curitiba/PR.

2 pensou em “Do ufanismo dos números.

  1. Cara, essa e a pior festa dos ultimos tempos… Tudo caro e aquele Elizeu prometeu fazer uma festa para o lageano, imagine se fosse para turista… Um desastre!

  2. O que tem de positivo nisso tudo é que o Elizeu e principalmente o Toni, que sempre foram parlamentares, sentirão na pele que não é fácil promover uma festa desse porte. Sempre foi fácil pro Toni criticar, agora ele está experimentando as criticas de gente que nem sabe escrever o próprio nome, mas que se julga o gênio da lâmpada. Criticar é fácil, difícil é fazer.

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