Parada para homenagem.

Que a tragédia da Chapecoense atingiu todos nós, no mundo todo e principalmente os catarinenses, isto é verdade. Mas até onde vão as homenagens? Ontem na estréia do catarinense, chegou a ser constrangedor a transmissão da RBS com a presença de um jogador sobrevivente da tragédia. Vem chamando a atenção também a paralisação nos jogos aos 71 minutos. Acredito que quanto mais lembrar, mais vai doer.  Wagner Mancini treinador se mostra contrário à interrupção aos 26 minutos do 2º tempo para evitar abalo no time: “Pode não ser interessante. Tem que estabelecer uma norma”. Diretor de futebol da Chape, Rui Costa fez coro com o treinador. Ele lembrou que, com a vitória parcial, a paralisação foi até benéfica, uma vez que freou qualquer pressão do Inter de Lages, mas também se mostrou favorável a manifestações sem interferência no que acontece no gramado.

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