Como fica a situação dos comerciantes?

Louvável a intenção de se transformar a rua Emiliano Ramos em uma via gastronômica, apesar de o comércio (não alimentício), ainda ser maioria na rua. Acredito que com o bom senso de ambas as partes, a situação já poderia estar resolvida. Digo isto porque a Havan que embora tendo a entrada principal pela rua Correia Pinto, desde que se instalou em Lages vem usando a via gastronômica como entrada de serviço. E agora sem poder usar esta via como carga e descarga como vai fazer. Vai fechar as portas e ir embora de Lages ? O empresário Luciano Hang, já não investe no Rio Grande do Sul por conta de dificuldades trabalhistas, e acredito que se houver dificuldades tira o time de campo de Lages, também. O empresário criou uma nova mentalidade na cidade, com a abertura do comércio aos domingos, abrindo novas vagas de emprego e retorno do impostos. Foi parceiro do Brilho de Natal e Festa do Pinhão e agora sua empresa é tratada como perturbadora da ordem pública, por alguns que mamaram de patrocínio por muito tempo ? Acredito que este não é o caminho. Com oitenta lojas espalhadas pelo país e investindo principalmente no sudeste , Mato Grosso e Goiás principalmente, a Havan ao invés de ser tomada como parceira do poder público, está tendo dificuldades para tocar seus negócios.

caminhões da Havan não podem descarregar.

caminhões da Havan não podem descarregar.

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Sobre admin

Paulo Marques é formado em Administração de Empresas pela FAE/PR e em Direito pela UNIPLAC. No jornalismo, atua desde os anos 90, com passagens pelas rádios Clube, UDESC FM e 101 FM. Na televisão, passou pelas tvs SCC, Tele Câmara, TV Univest e Nova Era TV. Escreveu para vários jornais de Lages e de Curitiba/PR.

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